Depois de muita persistência conseguimos!

Jordan deu RT no nosso tweet que dizia:
Nós amamos tanto o @thereadyset que estamos divulgando aqui no Brasil! www.thereadyset.com.br
A primeira etapa foi cumprida, Jordan já sabe que tem fãs aqui no Brasil que querem o sucesso dele e divulgam o The Ready Set por aqui! Sabe da existência de nosso site e com o RT atraiu mais visitantes ainda a ele! Agora é continuar divulgando e quem sabe a meta principal de trazer TRS ao Brasil não é atingida, han? =)
Pra quem ainda não segue a gente no twitter, sigam aí @TheReadySetBR
Abaixo um vídeo que os caras do Forever The Sickest Kids gravaram chamando a galera para os shows da turnê.
Agradecimento ao FTSK BR!
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Procurando por novidades, achei no site da MTV um episódio de “The 5″ (postado no dia 19/05/10) que foi gravado com o Jordan, onde ele teve que falar 5 coisas sobre ele.
Abaixo a tradução do vídeo:
E aí, eu sou o Jordan do The Ready Set e você está assistindo ‘The 5′ na Mtv.com.
5 coisas sobre The Ready Set
Número 1 – DIY (Do It Yourself, do inglês ‘Faça você mesmo’)
Eu basicamente faço tudo sozinho, eu toco todos os instrumentos que você escuta, faço toda a programação e claro, eu escrevo tudo.
Número 2 – Hardcore e Ska
Antes de eu fazer isso, eu tocava bateria em bandas de hardcore, tocava bateria em bandas de ska. Eu meio que me envolvia em todos os estilos musicais e eu acho que isso definitivamente trouxe muita variedade ao que eu tô fazendo agora.
Nnúmero 3 – Dinossauro
Quando eu era mais novo eu realmente queria entrar no ramo profissional de ser um dinossauro. Foi a minha primeira escolha de profissão em que eu me foquei bastante. Queria ser especificamente um Tiranossauro Rex se eu tivesse uma brecha. Mas não deu certo.
Número 4 – Cabelo azul
Quando eu tinha 14 anos eu pensei que fosse uma boa ideia pintar meu cabelo de azul. O primeiro passo era descolorir o cabelo e então colocar um monte de tinta de cabelo azul da Manic Panic nele, o que causou queda de cabelo por um ano. Por sorte ele voltou ao normal, então…
Número 5 – Brócolis e Ketchup
Não brócolis cru, mas cozido, só cozido. Se você colocar ketchup e comer, é delicioso. Não parece delicioso, mas realmente é.
Obrigado por assistir meu “The 5″. Por favor escutem meu novo single ‘Love Like Woe’, eu tenho um novo álbum chegando nesse verão chamado “I’m Alive, I’m Dreaming” e venham me ver no Bamboozle Roadshow.
Não esqueçam, sigam a gente no Twitter: @thereadysetbr
Em entrevista exclusiva feita pelo ‘All Time Low Brasil’, Alex Gaskarth (vocalista da banda) cita The Ready Set como uma banda incrível e que ele recomenda.
Abaixo, um trecho da entrevista:
Além de fazer uma homenagem a vocês, nossa intenção com o tributo foi chamar a atenção de vocês para as ótimas bandas brasileiras independentes. Há alguma banda independente ou ainda não muito conhecida que vocês são amigos e gostariam que seus fãs escutassem?
Há muitas bandas novas aqui na América que são incríveis e estão ficando conhecidas… eu definitivamente recomendo algumas bandas como The Wonder Years, The Ready Set, Runner Runner e Man Overboard.
Para ver a entrevista completa no Site brasileiro do All Time Low, clique AQUI!
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Descobrimos que o Jordan foi eleito ‘Gato do mês’ da revista TodaTeen:

agradecemos a @_Miillaa pela informação e não se esqueça de seguir a gente @thereadysetbr
Abaixo a tradução de uma entrevista que saiu hoje mesmo.
Seu álbum de estreia, ‘I’m alive, I’m dreaming’, chegou às lojas ontem. E agora, com o que você está mais animado?
Eu estou bastante animado por ter muito material para as pessoas escutarem. E ver as pessoas cantando junto com minhas músicas e como elas as traduzem , tipo, qual música que cada um se apega mais.
Qual foi seu maior desafio ao criar esse álbum?
O maior desafio foi que eu queria fazer grandes músicas pop daquelas que grudam, super divertidas, mas ao mesmo tempo tendo um bom conteúdo nas letras. Eu queria alguma coisa que as pessoas pudessem sentar, ler as letras e tirar alguma coisa delas. Queria fazer com que fosse acessível a todos, mas ao mesmo tempo artístico, sem comprometer a integridade e tudo mais.
Quando você acha que está mais inspirado para compor?
É estranho. Às vezes eu posso estar dirigindo por aí e escutar uma música no rádio e pensar “Isso é demais!”, e querer fazer alguma coisa similar ao que eu escutei. Outras vezes é completamente aleatório e do nada, o que vier na minha mente…
O que te inspirou para fazer “Love Like Woe”?
Eu escrevi a primeira versão dessa música há mais ou menos um ano. Ela se chamava “Sign of Relief” e a letra era bastante diferente. Mas tinha o mesmo refrão, mesmas melodias e estrutura. Na época em que compus a música, eu apenas escrevi palavras que soavam legais juntas. Isso não fazia muito sentido, então eu voltei e reescrevi toda a letra tentando ser mais coeso. Depois eu comecei trabalhar a música com J.R. Rotem o que levou a deixar a música com um toque a mais de hip-hop e direcionar mais ao pop, o que era exatamente o que eu precisava fazer.
O quanto você estava envolvido no contexto dos zumbis do vídeo?
Eu falei com o diretor, Isaac Ravishankara, sobre isso mais cedo. Ele falou, “Hey, eu tenho um negócio em que eu venho trabalhando. É tipo um pequeno laser de luz que eu fiz.” Eu falei, “ Oh, isso é legal, a gente deveria usar isso pra alguma coisa.” Eu sabia, desde que comecei a falar sobre o vídeo, que eu queria algo sombrio. Queria algo que compensasse esse brilho ardente da música. Queria que fosse estranho e bizarro. Acho que nossas ideias juntas nos levaram a fazer uma coisa fora do controle e ridícula.
Você é fã de zumbis?
Sempre fui fã.
Qual seu filme de terror favorito?
Ah, cara. Eu não sei, essa é difícil. Não sei se eu realmente tenho um. Acho que hoje em dia muitos deles são muito parecidos. Muitos dos filmes de terror ultimamente parecem que foram filmados da mesma maneira e têm a mesma história. Ainda estou esperando o lançamento de um que vá me impressionar.
Qual foi o ponto auge de experiência enquanto você criava esse álbum?
Acho que a melhor parte foi perto do fim, sabendo que algumas daquelas músicas do CD eu trabalhei por mais de um ano. Eu comecei a trabalhar nesse álbum antes mesmo de começar a falar com a Decaydance e de ter um empresário. Acho legal algumas das músicas daquela época chegarem até o álbum. É super excitante saber que houve um grande progresso. Eu não sei se as pessoas vão saber disso ou serão capazes de dizer escutando o CD, mas para mim houve um grande progresso musical. Foi uma grande satisfação para mim.
Quando você descobriu seu amor pela música?
Eu comecei a tocar bateria quando eu era muito novo. Eu toquei em bandas desde que eu tinha 14 anos até eu começar com esse projeto. Eu estive nos fundos todo o tempo quando tocava bateria, mas eu realmente queria ser o homem de frente, fazer coisas loucas no palco. Acho que foi isso que me deixou interessando. Então um dia eu pensei: “Oh, eu posso cantar, harmonizar as coisas, então por que não tentar compor?”. Então eu comecei a compor por volta dos 16 anos e eu descobri onde realmente estava a minha paixão na música. Foi escrevendo minhas próprias canções e criando melodias.
Tem algum artista em particular que você admirava ou que você queria seguir os passos de alguma maneira quando você começou?
Não tinha ninguém de quem eu realmente tentava seguir os passos porque quando eu entrei na música, eu tinha 11 anos e entrei no mundo do punk rock. Eu cresci com isso, o que me levou ao cenário hardrock e da música indie, e então a todos os gêneros de música possíveis. Atravessar por cada fase musical existente teve um efeito em mim e me moldou. Acho que eu sempre fui atraído pelas músicas que tinham as melhores melodias e eram as que mais grudavam na cabeça. Acho que foi por isso que eu acabei fazendo música pop.
Seu gosto ainda é bastante eclético?
Eu acho que enquanto eu crescia eu fui abrindo minha mente para tudo. Acho que eu cheguei ao ponto em que se eu acho que a música é boa, a música é boa! Não importa para mim qual é o estilo, cenário, ou gênero dela. Resumindo, a coisa é boa. Se é uma música legal, você deveria reconhecer que a música é interessante e boa.
Qual foi a última música que você escutou?
Eu acho que a última música que escutei, provavelmente foi alguma do All Time Low. Muitas vezes se eu estou em casa ou dirigindo por aí eu escuto coisas aleatórias no rádio. Também escuto as bandas com quem nós fazemos turnês pois sempre ganhamos os CDs deles quando a turnê começa. Nós somos super envolvidos nisso.
Você fez bastante shows com bandas como Never Shout Never, Boys Like Girls e Hey Mondey. Qual a sua recordação favorita em turnês até agora?
Minha recordação favorita é da primeira grande turnê que eu fiz. Foi com Boys Like Girls e Never Shout Never no TLA na Filadélfia. Eu lembro que eu nunca tinha entrado em um palco antes para tocar para mais do que umas 200 pessoas. Lá tinha tipo, umas 800 pessoas, foi insano. Ninguém tinha ideia de quem eu era, mas
eles estavam interessados na minha música e em tudo que eu estava fazendo. Era um ótimo sentimento de que as coisas estavam começando a progredir e indo no caminho a que eu sempre quis que fossem.
Tem tido bastante comparações entre você e Never Shout Never. O que você acha que é a maior diferença entre vocês dois?
Honestamente a maior diferença entre a gente é que nenhum de nós faz música de maneira nenhuma parecida com a do outro. Ele faz música acústica, mais ou menos um rock suave. Meu material é tipo, bem pop, com base eletrônica. Realmente não tem similaridade musical entre a gente.
Eu tenho ouvido essa comparação desde o primeiro dia. Eu meio que me acostumei com isso. Ele é meu amigo e nós nos conhecemos desde sempre, então não tem problema.
Acho que a real comparação é que nós dois temos cabelo castanho e acaba por aí.
À esquerda, foto do Christofer Drew (Never Shout Never) com o Jordan.
Você disse que seus shows ao vivo são como festas. O que você faz pra faze-los especiais?
Essa coisa do show ao vivo é de grande importância para mim por que foi o que me fez me interessar nas bandas quando eu era mais novo indo a shows. Eu programo um show de 30 luzes que fazem parte da nossa turnê para tentar fazer com que seja intenso, louco e teatral. Eu tento colocar o máximo possível de energia nos shows porque quando eu tinha 16 anos, eu ia a shows de bandas de hardcore. Eu amo o quanto, nesse estilo de música, tudo era muito louco. Era 100% energia durante o show inteiro. É isso que eu amo. Eu não quero ir a um show para ver alguém parado cantando uma música. Você pode escutar o cd se é isso que você quer.
Acho que as pessoas hoje em dia meio que escutam mais com os olhos do que com os ouvidos. Elas querem ser entretidas. Você precisa chamar a atenção de todos, especialmente quando você é de uma banda nova. Você precisa fazer com que todo mundo fique animado imediatamente.
No final desse ano você vai entrar em turnê com Forever The Sickest Kids. Com o que você está mais ansioso ao entrar em turnê com eles?
Eu estou super animado em voltar a tocar em casas de show. Nós estamos tocamos no Bamboozle Tour há um tempo agora ao ar livre, em anfiteatros e esses tipos de lugares. É uma vibração e um ambiente totalmente diferente de tocar a céu aberto. Vai ser bom. Vai ser mais íntimo, vão ser shows bem menores do que esses. Esperançosamente vão ser lugares mais apertados que vão à loucura.
O que você gosta de fazer quando não está na estrada?
Eu gosto e tento fazer literalmente nada. Eu apenas tento relaxar. Tenho pouquíssimo tempo de tranqulidade. Quando eu não estou na estrada eu geralmente estou em Los Angeles ou Nova York fazendo um monte de coisas loucas. Eu tento passar um tempo com meus amigos e minha família quando eu posso. Tento correr bastante, manter uma boa forma e ter uma vida saudável. Mas eu sempre acabo compondo ou fazendo alguma coisa relacionada à música.
Para ver a versão original da entrevista, clique AQUI.
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